EMS Taubaté Funvic - CAMPEÃO DO BRASIL

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02 de fevereiro de 2021
ENTREVISTA: JAVIER WEBER DESTACA SUPERAÇÃO DO EMS TAUBATÉ FUNVIC EM VITÓRIA DIANTE DO RIBEIRÃO

Técnico taubateano fala da vitória do último sábado (30/01), quando a equipe teve o desfalque de seis jogadores, mas conseguiu uma boa vitória por 3 a 0 sobre o Pacaembu Ribeirão

Jogando no último sábado, 30/01, o EMS Taubaté Funvic venceu o Pacaembu Ribeirão (SP) por 3 sets a 0 (parciais de 25x21, 25x21 e 25x20). O jogo foi válido pela 16ª rodada (5ª rodada do returno) da primeira fase da Superliga Banco do Brasil Masculina de Vôlei 2020/21.

Com a vitória, o Taubaté chegou à 13ª vitória em 14 jogos disputados no nacional, e se consolidou na vice-liderança. O atual líder é o Sada Cruzeiro (MG), que tem 45 pontos, mas com dois jogos a mais que o Taubaté.

O destaque do último sábado foi o fato do EMS Taubaté Funvic ter entrado em quadra com um time desfalcado de seis atletas. Todos foram afastados por terem testado positivo para COVID. Com isso, o técnico Javier Weber teve de escalar uma equipe com improvisações em algumas posições, e contou apenas com dois atletas no banco de reservas.

Após a partida, Weber concedeu entrevista e falou sobre as situações que a equipe enfrentou e deve enfrentar ainda nos próximos jogos:

Qual avaliação que você faz da vitória e da postura do EMS Taubaté Funvic nesta vitória diante do Pacaembu Ribeirão, conquistada em uma situação bem atípica?

Javier Weber - Estou feliz, porque o time se comportou muito bem, jogou em função do coletivo o tempo todo. Não foi fácil, pois além dos seis desfalques por Covid, os atletas que entraram em quadra tiveram de se doar muito, pois alguns executaram funções que não estão acostumados, em especial o João Rafael, que jogou de oposto, e o Maurício Borges, que foi o líbero. Pelas limitações de elenco os treinos foram adaptados ao longo da semana, e eles não puderam treinar muito nessas funções, mas eles mantiveram um bom nível. O time manteve o equilíbrio. Claro que houveram algumas falhas, normais para um sistema novo de jogo que tivemos de adotar em caráter de urgência. Temos que levar em conta que fazia quase 20 dias que nós não jogávamos, então o ritmo de jogo faz muita diferença também. Mas fico feliz pelo resultado e pela postura, nós controlamos o jogo do primeiro ponto até o último e a proposta da equipe foi cumprida.

Chamou a atenção no último jogo o ponteiro Maurício Borges atuando como líbero. Como foi essa escolha, e ele já havia atuado de líbero alguma vez na carreira?

 

J.W. - Acho que nunca ele tinha jogado como líbero na carreira dele. Mas tem um grande futuro na posição (risos). Maurício é um jogador de enorme qualidade técnica, sobretudo na manchete e na defesa. No ataque também, claro, mas ele tem visão de jogo e ajudou muito na função de líbero. Sinceramente a escolha dele para este jogo não foi difícil, em função de não termos muitas opções, e preferi colocar o João Franck na posição de ponteiro para ajudar, e o Maurício foi muito bem nessa nova função. Mas a escolha do líbero será jogo a jogo, pode ser que eu mantenha o Borges de líbero, ou encontre outra situação dependendo do adversário.    

 

A equipe terá agora nessa primeira quinzena de fevereiro uma sequência bem dura de jogos, que podem chegar a seis partidas em 12 dias, caso a equipe avance à final da Copa Brasil. Como trabalhar com essa exigência física e mental, além de administrar os desfalques?


J.W. –
Os oito atletas que estão treinando e jogando estão muito bem, tanto no ponto de vista físico quanto técnico. Os seis que estão fora pelo Covid, quando voltarem, estarão fora da forma ideal, faz parte dessa situação. Eles vão precisar de um tempo de adaptação após todo esse tempo longe dos treinos. Lógico que isso vai ser um desafio a mais para nós. Mas é uma situação que outras equipes já enfrentaram, e agora é a nossa vez de superar e trabalhar para recolocar esses atletas em boa forma. Temos que pensar sempre em forma mais coletiva do que individual. Nos próximos três jogos (Minas Tênis Clube, Itapetininga e Guarulhos) acredito que esse time que jogou contra o Ribeirão é o que estará em quadra. Esperamos que o Felipe Roque esteja 100% já na quarta-feira (03/02, contra o Minas Tênis Clube), para poder jogar o jogo todo. Mas não vamos forçar absolutamente nada. Os jogadores vão voltar no tempo necessário, gradualmente retomando os treinos, sempre preservando a saúde deles. No momento em que cada um dos atletas estiver pronto para encarar um jogo completo, vai entrar na quadra.

 

Próximo jogo: O EMS Taubaté Funvic volta a jogar nesta quarta-feira, 03/02, quando visita o Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte (MG), às 19h00. Este jogo é válido pela 15ª rodada e originalmente teria sido disputado em janeiro, mas foi adiado por conta dos casos de Covid no Taubaté.

 

Agenda do EMS Taubaté Funvic em fevereiro:

03/02 (quarta-feira), 19h00 - Minas Tênis Clube x EMS Taubaté Funvic (Superliga)
SporTV

05/02 (sexta-feira), 20h00 - Vôlei UM Itapetininga x EMS Taubaté Funvic (Superliga)
Canal Vôlei Brasil

09/02 (terça-feira), 19h00 - Vedacit Guarulhos x EMS Taubaté Funvic (Superliga)
Canal Vôlei Brasil

11/02 (quinta-feira), 21h30 - EMS Taubaté Funvic x Vôlei Renata (Semifinal da Copa Brasil)
SporTV

12/02 (sexta-feira), 21h30 - Caso avance na semifinal, FINAL da Copa Brasil
SporTV

19/02 (sexta-feira), 19h00 - SESI-SP x EMS Taubaté Funvic (Superliga)
Canal Vôlei Brasil

24/02 (quarta-feira), 19h00 - EMS Taubaté Funvic x Caramuru Vôlei (Superliga)
Canal Vôlei Brasil

27/02 (sábado), 21h30 - América Vôlei x EMS Taubaté Funvic (Superliga)
SporTV

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